Ponto de ancoragem certificado
Dispositivo fixo dimensionado em projeto conforme a NBR 16325, instalado em cobertura, laje, fachada ou estrutura metálica e liberado só depois do teste de arrancamento.
Ponto de ancoragem, linha de vida horizontal e vertical, inspeção periódica e laudo. Projeto com memorial de cálculo, ART, fabricação da estrutura, instalação, ensaio de carga e laudo com identificação individual de cada ponto — tudo com a DMA.
Atendimento de segunda a sexta, 8h às 18h. Resposta em até 24 horas úteis.
A empresa de limpeza de fachada se recusa a subir sem ponto certificado. A auditoria de segurança aponta a ausência do sistema. O seguro pede a documentação. A manutenção precisa acessar a cobertura e a permissão de trabalho não é emitida. Em todos esses casos o serviço trava até existir sistema com laudo.
E não é o gancho aparafusado na parede: é dispositivo dimensionado conforme a ABNT NBR 16325 para o esforço de uma queda retida, com projeto, ART e teste de arrancamento por trás. Trabalho acima de dois metros com risco de queda não pode ser autorizado sem medida de proteção — onde a proteção coletiva não cobre a situação, entra o sistema individual, e ele depende de ancoragem calculada.
A avaliação técnica define se o caso pede ponto fixo, linha horizontal, linha vertical ou uma combinação dos três.
Dispositivo fixo dimensionado em projeto conforme a NBR 16325, instalado em cobertura, laje, fachada ou estrutura metálica e liberado só depois do teste de arrancamento.
Linha flexível em cabo de aço ou rígida em trilho, permitindo deslocamento contínuo em cobertura, passarela ou borda de laje, com número de usuários simultâneos definido no cálculo.
Sistema para escada tipo marinheiro e torre, com dispositivo antiqueda deslizante cobrindo todo o percurso de subida até o ponto de trabalho.
Verificação, teste de arrancamento e laudo dos dispositivos existentes, com identificação individual, relatório fotográfico e periodicidade definida pelo responsável técnico — no máximo 12 meses.
A DMA já fabricava e instalava a proteção coletiva metálica. A linha de ancoragem fecha a outra metade da conta: a proteção individual onde a coletiva não alcança.
Projeto com memorial de cálculo e Anotação de Responsabilidade Técnica emitida por engenheiro registrado no CREA. A posição, a fixação, o material e a capacidade de cada dispositivo saem do cálculo.
A estrutura metálica é produzida conforme a especificação do projeto, o que reduz improviso e tempo de campo.
A instalação segue o projeto e cada ponto é ensaiado depois de fixado. Dispositivo que não passa no ensaio não é liberado para uso.
Identificação individual dos pontos, registro fotográfico e periodicidade recomendada. É esse documento que destrava a permissão de trabalho, a auditoria e o seguro.
Levantamento do substrato, da altura, do percurso de trabalho, do número de usuários simultâneos e do tipo de serviço. É essa visita que define se o caso pede ponto fixo, linha horizontal, linha vertical ou uma combinação.
Emitimos o projeto com memorial de cálculo e a Anotação de Responsabilidade Técnica. O projeto define posição, tipo de fixação, material e capacidade de cada dispositivo.
A estrutura metálica é produzida na nossa oficina conforme a especificação do projeto, o que reduz improviso e tempo de campo.
A instalação segue o projeto e cada ponto é ensaiado após a fixação. Dispositivo que não passa no ensaio não é liberado para uso.
Entrega do laudo com identificação individual dos pontos, registro fotográfico e a periodicidade de inspeção recomendada para aquele ambiente.
A avaliação define se o caso pede ponto fixo, linha de vida ou apenas inspeção do que já existe. Se o seu serviço está parado por falta de laudo, diz isso no pedido — priorizamos.
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É um dispositivo fixo, dimensionado em projeto de engenharia, capaz de suportar o esforço gerado na retenção de uma queda. Certificado significa que existe projeto com memorial de cálculo, ART do responsável técnico, instalação conforme o projeto, ensaio após a instalação e laudo emitido com identificação individual de cada ponto.
O ponto de ancoragem é fixo: o usuário se conecta a ele e trabalha dentro do raio permitido. A linha de vida é contínua — cabo ou trilho — e permite deslocamento ao longo de um percurso sem desconectar. A escolha depende da área de trabalho, do número de usuários simultâneos e da estrutura disponível.
A NR-35 exige que todo trabalho acima de 2 metros com risco de queda tenha medida de proteção. A prioridade é a proteção coletiva; onde ela não é viável ou não é suficiente, entra o sistema de proteção individual contra queda, que depende de ancoragem dimensionada e com responsável técnico. Sem isso, a atividade não deve ser autorizada.
A inspeção periódica é obrigatória e o intervalo é definido pelo responsável técnico conforme o uso e o ambiente. Em edificação urbana o padrão costuma ser anual; em ambiente industrial com poeira, calor, vibração ou maresia, o intervalo é menor. O laudo registra a periodicidade recomendada para cada conjunto.
Dá, e é a maior parte dos casos. A diferença é que em prédio existente o projeto precisa verificar o substrato antes: espessura e resistência da laje, estado da alvenaria, condição da estrutura metálica ou do madeiramento. Essa verificação define o tipo de fixação e, às vezes, muda a posição prevista do ponto.
A DMA responde por tudo: projeto com memorial de cálculo, ART emitida por engenheiro registrado no CREA, fabricação da estrutura metálica, instalação, ensaio, inspeção e laudo — além da logística, do comercial e da nota fiscal. Um fornecedor só, uma responsabilidade técnica só.
A NR-35 trata do trabalho em altura e a ABNT NBR 16325 é a norma dos dispositivos de ancoragem — ela classifica os tipos usados em edificação: ponto fixo permanente, dispositivo removível, linha de vida flexível em cabo de aço e linha de vida rígida em trilho metálico. O projeto define qual tipo atende o seu caso; não é uma escolha de catálogo.
É o ensaio feito depois da fixação, com dinamômetro, para confirmar que o dispositivo resiste ao esforço previsto em projeto sem se deslocar nem deformar. Ensaiamos os pontos instalados e o resultado entra no laudo. Dispositivo que não passa não é liberado para uso — e isso fica registrado por escrito.
A visita define o que o seu caso exige e o projeto já sai com memorial de cálculo e ART. Instalação, ensaio e laudo com a nossa equipe.
