DMA Engenharia Serralheria e segurança em altura

Linha de vida para quem precisa andar, não só ficar parado.

O ponto fixo resolve trabalho dentro de um raio. Quando o serviço exige percorrer uma cobertura, uma passarela ou subir uma escada de torre, o sistema tem que ser contínuo — e o número de usuários simultâneos entra no cálculo.

  • Cabo ou trilho, conforme o percurso e o substrato
  • Memorial de cálculo com flecha e distância de queda livre
  • Ensaio após a fixação em cada componente do sistema

Atendimento de segunda a sexta, 8h às 18h. Resposta em até 24 horas úteis.

Linha de vida horizontal instalada em cobertura
200+ casas executadas em Bento Rodrigues 1.000 m² de produção por mês 24h úteis para responder
ART e CREA NBR 14718 Equipe NR-35 Nota fiscal Atestado de capacidade técnica Atende licitação Cadastro de fornecedor CNPJ 31.910.401/0001-02

A diferença está no percurso do trabalho.

A linha horizontal é cabo ou trilho contínuo que permite deslocamento ao longo de cobertura, passarela ou borda de laje sem desconectar o trava-queda em nenhum momento. É o sistema para manutenção de telhado, limpeza de fachada e acesso a área técnica extensa.

A linha vertical cobre a subida: escada tipo marinheiro e torre, com dispositivo antiqueda deslizante acompanhando o usuário do solo até o ponto de trabalho. Em muitos casos os dois sistemas se combinam — sobe pela vertical, trabalha conectado à horizontal.

O que entregamos nessa linha.

Ponto de ancoragem certificado

Ponto de ancoragem certificado

Dispositivo fixo dimensionado em projeto conforme a NBR 16325, instalado em cobertura, laje, fachada ou estrutura metálica e liberado só depois do teste de arrancamento.

Linha de vida horizontal

Linha de vida horizontal

Linha flexível em cabo de aço ou rígida em trilho, permitindo deslocamento contínuo em cobertura, passarela ou borda de laje, com número de usuários simultâneos definido no cálculo.

Linha de vida vertical

Linha de vida vertical

Sistema para escada tipo marinheiro e torre, com dispositivo antiqueda deslizante cobrindo todo o percurso de subida até o ponto de trabalho.

Inspeção periódica e laudo

Inspeção periódica e laudo

Verificação, teste de arrancamento e laudo dos dispositivos existentes, com identificação individual, relatório fotográfico e periodicidade definida pelo responsável técnico — no máximo 12 meses.

Quatro variáveis que mudam o cálculo.

Número de usuários simultâneos

Dois operadores no mesmo cabo geram esforço diferente de um. Esse número precisa estar definido antes do projeto, não depois da instalação.

Substrato e fixação

Laje de concreto, estrutura metálica, alvenaria, telha metálica ou madeiramento. Em prédio existente o projeto verifica espessura, resistência e estado antes de definir a fixação.

Vão livre e flecha do cabo

O cabo deforma na retenção de uma queda. O projeto calcula a flecha e a distância de queda livre para garantir que o usuário não alcance o nível inferior.

Ambiente

Poeira, calor, vibração e maresia reduzem o intervalo de inspeção e mudam a especificação do material. Isso entra no laudo como periodicidade recomendada.

Cinco etapas, com responsável técnico em todas.

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Visita técnica

Levantamento do substrato, da altura, do percurso de trabalho, do número de usuários simultâneos e do tipo de serviço. É essa visita que define se o caso pede ponto fixo, linha horizontal, linha vertical ou uma combinação.

Projeto e ART

Emitimos o projeto com memorial de cálculo e a Anotação de Responsabilidade Técnica. O projeto define posição, tipo de fixação, material e capacidade de cada dispositivo.

Fabricação

A estrutura metálica é produzida na nossa oficina conforme a especificação do projeto, o que reduz improviso e tempo de campo.

Instalação e ensaio

A instalação segue o projeto e cada ponto é ensaiado após a fixação. Dispositivo que não passa no ensaio não é liberado para uso.

Laudo e periodicidade

Entrega do laudo com identificação individual dos pontos, registro fotográfico e a periodicidade de inspeção recomendada para aquele ambiente.

Qual o percurso que precisa ser protegido?

Descreva a extensão, a altura, o substrato e quantas pessoas vão usar o sistema ao mesmo tempo. Com isso a avaliação técnica já sai direcionada.

  • Cabo ou trilho, conforme o percurso e o substrato
  • Memorial de cálculo com flecha e distância de queda livre
  • Ensaio após a fixação em cada componente do sistema

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Linha de vida: o que mais perguntam

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O que é um ponto de ancoragem certificado?

É um dispositivo fixo, dimensionado em projeto de engenharia, capaz de suportar o esforço gerado na retenção de uma queda. Certificado significa que existe projeto com memorial de cálculo, ART do responsável técnico, instalação conforme o projeto, ensaio após a instalação e laudo emitido com identificação individual de cada ponto.

Qual a diferença entre ponto de ancoragem e linha de vida?

O ponto de ancoragem é fixo: o usuário se conecta a ele e trabalha dentro do raio permitido. A linha de vida é contínua — cabo ou trilho — e permite deslocamento ao longo de um percurso sem desconectar. A escolha depende da área de trabalho, do número de usuários simultâneos e da estrutura disponível.

A NR-35 obriga a ter sistema de ancoragem?

A NR-35 exige que todo trabalho acima de 2 metros com risco de queda tenha medida de proteção. A prioridade é a proteção coletiva; onde ela não é viável ou não é suficiente, entra o sistema de proteção individual contra queda, que depende de ancoragem dimensionada e com responsável técnico. Sem isso, a atividade não deve ser autorizada.

De quanto em quanto tempo precisa inspecionar?

A inspeção periódica é obrigatória e o intervalo é definido pelo responsável técnico conforme o uso e o ambiente. Em edificação urbana o padrão costuma ser anual; em ambiente industrial com poeira, calor, vibração ou maresia, o intervalo é menor. O laudo registra a periodicidade recomendada para cada conjunto.

Dá para instalar em prédio já construído?

Dá, e é a maior parte dos casos. A diferença é que em prédio existente o projeto precisa verificar o substrato antes: espessura e resistência da laje, estado da alvenaria, condição da estrutura metálica ou do madeiramento. Essa verificação define o tipo de fixação e, às vezes, muda a posição prevista do ponto.

Quem responde tecnicamente pelo sistema?

A DMA responde por tudo: projeto com memorial de cálculo, ART emitida por engenheiro registrado no CREA, fabricação da estrutura metálica, instalação, ensaio, inspeção e laudo — além da logística, do comercial e da nota fiscal. Um fornecedor só, uma responsabilidade técnica só.

Qual norma rege o dispositivo de ancoragem?

A NR-35 trata do trabalho em altura e a ABNT NBR 16325 é a norma dos dispositivos de ancoragem — ela classifica os tipos usados em edificação: ponto fixo permanente, dispositivo removível, linha de vida flexível em cabo de aço e linha de vida rígida em trilho metálico. O projeto define qual tipo atende o seu caso; não é uma escolha de catálogo.

O que é o teste de arrancamento?

É o ensaio feito depois da fixação, com dinamômetro, para confirmar que o dispositivo resiste ao esforço previsto em projeto sem se deslocar nem deformar. Ensaiamos os pontos instalados e o resultado entra no laudo. Dispositivo que não passa não é liberado para uso — e isso fica registrado por escrito.

Manda a planta ou a foto da cobertura. A gente diz o que o caso exige.

Projeto com memorial de cálculo e ART, fabricação própria, instalação, ensaio e laudo com identificação individual.

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